Sistema e ontologia na filosofia francesa contemporânea

Por Norman R. Madarasz.

Desde a segunda guerra mundial, a produção e a pesquisa na filosofia francesa foram dominadas pelos seguintes correntes: a fenomenologia existencial, a fenomenologia formal, o estruturalismo com sua dedicação à epistemologia e à ciência, seguido por um período de disseminação, de desconstrução e de singularização crítica do seu formalismo, com uma grande presença paradigmática da literatura e da psicanálise em que se redefiniu simultaneamente a filosofia prática, e especialmente a análise do poder. Nos anos 1980, começou um momento de restauração tocqueviliana de uma filosofia ciumenta dos valores da nação francesa, em que foi solicitada uma suspensão das propostas mais ousadas da filosofia prática do período pós-guerra. Neste âmbito, a ética da alteridade de Emmanuel Levinas tomou asas. Participarem, ao lado da entrada do pensamento sobre ética originado na filosofia moral anglo-americana e na teoria crítica, as teses sobre hospitalidade de Jacques Derrida. Além disso, encontra-se um corrente forte de pensa ento feminista, além da expansão da reflexão sobre arte e uma própria transformação da filosofia em arte.

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